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Casos de leptospirose aumentam em épocas de chuva

Com as chuvas, aumenta o risco de leptospirose, doença que pode passar dos bichinhos de estimação ao homem.

Quarta, 21 de fevereiro de 2018


A Leptospirose é uma doença bacteriana, causada por uma bactéria chamada Leptospira, que pode acometer cães, seres humanos, animais silvestres, roedores, animais de produção como bovinos, cavalos, ovelhas, cabras, porcos, entre outros. Além da vacina, é necessário ter atenção nos passeios e manter higienizado o local onde os pets costumam ficar. Cuidados na hora do passeio também são indicados, para evitar que os pets brinquem em água parada, locais de enchente ou tenham contato, principalmente, com lixo e outros materiais trazidos de transbordo de bueiros.

Sintomas

Os principais sintomas observados são febre, vômitos e diarreia (com sangue ou não), urina escurecida, tremores musculares, coloração amarelada na pele (icterícia), lesões oculares e fortes dores de cabeça.

Contaminação

A principal forma de contágio é através do contato direto com a urina de animais contaminados. O principal transmissor é o rato. No entanto, outros indivíduos contaminados, como cães por exemplo, podem transmitir a doença da mesma forma.

Cães infectados, mas que ainda não estejam apresentando os sintomas por estarem no período de incubação, podem eliminar a bactéria na urina da mesma forma. O contágio se dá pela penetração da bactéria através da pele e mucosas dos indivíduos (cães e seres humanos). Por isso que há uma maior possibilidade de contaminação onde ocorrem alagamentos.

A contaminação ocorre quando o pet tem contato com a urina do rato que fica parada em poças d’água, além de esgotos, bueiros e lama. Mas os cães também podem ser infectados pela urina ou sangue de outros animais que estejam contaminados.

O diagnóstico é feito por meio de exames de urina e de sangue, para constatar a presença da bactéria causadora do mal. Se a doença for confirmada, o pet deverá ser isolado para o tratamento.

Sempre feito por médicos veterinários capacitados, o tratamento inicia-se com antibioticoterapia apropriada, soro para hidratação, terapia de suporte para os órgãos mais acometidos como rins e fígado, anti eméticos e protetores gástricos, entre outros.

Caso um tratamento apropriado não seja instituído, o paciente poderá vir a óbito por falência renal e hepática, além de choque séptico.

Prevenção e Vacinação

Mesmo vacinado, o cachorro pode contrair leptospirose. Por isso, é muito importante que pessoas e animais não tenham contato com água contaminada ou solo úmido, principalmente após longos períodos de chuva e de alagamentos. Também é bom evitar deixar o cachorro ter contato com aquelas poças ou xixis no meio da calçada.

Assim como para dengue, zika, leishmaniose, dirofilariose e febre amarela, o controle do vetor deve é primordial para a prevenção. Os três principais fatores que propiciam a proliferação dos ratos urbanos são: água, abrigo e alimento. Locais com grande quantidade de alimento nos lixos são mais propícios à proliferação de roedores. Áreas com acúmulo de objetos parados tornam-se moradias. Ou seja, o que vale para mosquito, também vale para rato. Não deixe acumular água, lixo e matéria orgânica.

Fonte: Estadão


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